Solteirice ou curtir a vida a dois: fatores que guiam decisões das brasileiras atualmente

Solteirice ou curtir a vida a dois: fatores que guiam decisões das brasileiras atualmente

Por ocasião do Dia dos Solteiros, que é comemorado em 11 de novembro, o aplicativo de encontros AdoteUmCara lançou uma pesquisa para descobrir a opinião das brasileiras a respeito da vida de solteira ou a vontade de viver um romance. Confira o que elas têm a dizer sobre o tema.

 

“Liberdade”, resume uma das entrevistadas ao ser questionada sobre o que mais gosta no fato de estar solteira. Esta é uma palavra recorrente na mente das brasileiras quando pensam sobre o lado positivo de não estar com outra pessoa. No entanto, a pesquisa realizada pelo AdoteUmCara demonstrou que, apesar de 90% do total de participantes não ver problema em estar solteira, 4 em cada 5 mulheres gostariam de estar vivendo um relacionamento sério.

O motivo desse desejo não se traduzir necessariamente numa realidade pode ser bastante complexo, mas um dos fatores apontados pelas participantes da pesquisa foi o passado. Segundo 58% das brasileiras, seus relacionamentos anteriores podem ser motivo de impedimentos, sejam eles físicos quanto psicológicos.

Segundo a psicóloga Maria Reimão, “a mulher pode ter expectativas ligadas ao relacionamento futuro devido à forma que o comportamento dela está moldado à sua experiência anterior”, por exemplo. No entanto, para as 6 em cada 10 mulheres brasileiras que ainda preferem estar namorando do que permanecer sem um parceiro, a psicóloga explica que a chave do sucesso é conseguir enxergar o relacionamento atual como de fato novo. “Sem expectativas ou padrões do que deve ser essa relação”, indica.

Isolamento social

Para além de fatores ligados a possíveis traumas do passado, uma trava emocional causada pelo afastamento social forçado durante a pandemia pode explicar o bloqueio que 56% das entrevistadas alegam sentir na hora de se comunicar com pessoas novas. Estudos recentes alertam a respeito dos efeitos do isolamento sobre a nossa capacidade de interação uns com os outros.

Já que a intensidade do convívio social deve voltar apenas progressivamente ao seu status pré-pandêmico, pode ser necessário fazer esforços conscientes em direção a interações que levem ao tipo de relação desejada, principalmente no campo amoroso.

Ao oferecer a possibilidade de um início de relacionamento híbrido, começando no digital e culminando no físico, os aplicativos de encontros são uma alternativa prática para este novo normal. “A possibilidade de começar esses encontros à distância pode facilitar a interação e ser uma maneira mais fluida de criar novas conexões”, aponta Karolina Ciccarelli, especialista do aplicativo AdoteUmCara, que convida as pessoas experimentando tais dificuldades a utilizar as mencionadas plataformas.

Adeus às pressões sociais

A pressão social não é mais um tema para as mulheres brasileiras, a maioria das quais diz (59%) que não sente nenhuma pressão para ser solteira e vive plenamente sem um companheiro. Além disso, 39% dos entrevistados também afirmaram preferir ser solteiros.

“Seja solteiras ou em casal, é importante observar que as mulheres brasileiras são determinadas e sabem bem o que querem”, conclui Ciccarelli.

Sobre AdoteUmCara

Fundado pelos empresários franceses Manuel Conejo e Florent Steiner, o AdoteUmCara já seduziu mais de 27 milhões de pessoas em todo o mundo, e conta com o mesmo número de mulheres e homens entre seus usuários. 

Tendo um conceito simples como a chave do seu sucesso, baseado na inversão de papéis, a marca continua seu desenvolvimento internacional em dez países e em dois continentes, mantendo-se não convencional e um tanto transgressora. Disponível no site AdoteUmCara e no aplicativo mobile para Android e iPhone.